30 de agosto de 2010

Certas pessoas me inspiram...


Me inspiram com palavras, mas, principalmente com atitudes...
Me inspiram e ás vezes nem mesmo sabem o por que...
Talvez seja o jeito de viver a vida, de tratar as pessoas, de olhar com os "olhos do coração” e sentir...se deixar transparecer naquilo que realmente são ou que estão buscando ser...
Me inspiram estando longe e até mesmo sem tê-las visto algum dia...(o contato de perto, é um misto de impressões e expressões e, ás vezes,se não nos concentramos em observar, os pequenos detalhes passam despercebidos,se tornam corriqueiros,ofuscados por sons, cores, gestos e formas que por vezes se tornam “automáticos” demais no cotidiano).
Me inspiram com passados surpreendentes, que me fazem entender e apreciar o que são hoje....
Inspiração dotada de qualidades raras como bondade, sinceridade, humildade e ainda,o estar ali por livre arbítrio e verdadeiramente “por inteiro”.
Me inspiram quando, reconhecendo seus defeitos e,mesmo sabendo que nunca atingirão a perfeição – pelo simples fato de serem humanos – ainda assim se esforçam pelo caminho e fazem isto por si (paz interior) para então compartilhar com os outros da melhor maneira.
Me inspiram simplesmente por trazerem paz, por serem "apenas" seres humanos em busca de equilíbrio e amor ao próximo.Por brotarem em mim a vontade de ser alguém melhor,de reconhecer os erros, de pedir desculpas,trazer alegria...recomeçar...
É um gesto que ficou guardado, uma espontaneidade não esquecida, uma essência rica e sincera que apenas fica comigo, quando frequentemente peço que me acompanhe, até mesmo quando aqueles que as proporcionaram já partiram da minha vida, do meu círculo...se renovando contudo, nas minhas tentativas de colocar em prática e retribuir tudo o que de bom, um dia eu recebi...

A essas pessoas as quais chamo de especiais, raras, de seres evoluídos....àquelas que sabem...e àquelas que ainda não tive a oportunidade de dizer o quanto significam:obrigada!
: )
(Postado por Julie)

Mais um ensinamento...

A sua irritação não solucionará problema algum...
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas...
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida...
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus...
A sua tristeza não iluminará os caminhos...
O seu desânimo não edificará ninguém...
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade...
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você...
Não estrague o seu dia.
Aprenda a sabedoria divina,
A desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre...
Para o infinito bem!

Chico Xavier
(postado por Etel)

27 de agosto de 2010

Amor!

SIMPLES: "apenas" sentir, sem mais explicações...
ESPONTÂNEO: não é algo que se cobre, simplesmente acontece!
SINCERO:como tem que ser!
: )
video

(Postado por Julie)

24 de agosto de 2010

Pra relaxar...


Há quem não goste, mas...tem coisa melhor que dormir ao som daquele barulhinho de chuva caindo no telhado? E pra ficar ainda melhor, uma música ambiente de qualidade! Me indicaram essa preciosidade e vou compartilhar com vocês. O som da chuva é idêntico e você pode curtir sua playlist simultaneamente...
: )
RainyMood.com

(Postado por Julie)

23 de agosto de 2010

"Ética, Indivíduo e Sociedade"

Li um texto interessante sobre a ética... divido com todos que se interessam pela temática.

Por Mário Cortella – Filósofo e professor
É muito animador poder encerrar um Congresso dessa natureza com o tema “Ética”. Pensar as questões da ética significa recusar a resignação do pensamento – e a resignação é, em grande parte, cumplicidade. Uma frase clássica diz: “Os ausentes nunca têm razão”. E,muitas vezes, nós, homens e mulheres, inclusive os educadores, nos ausentamos da proteção da ética, seja porque nem sempre fazemos o melhor a ser feito, seja porque nem sempre nos preocupamos com a proteção da vida coletiva. A ética é a recusa ao apequenamento da vida, do espírito, dos valores, da dignidade, do falecimento da esperança. Já dizia o educador Paulo Freire que a única briga digna de se brigar na vida é a dignidade coletiva.
Conforme afirmava o grande primeiro-ministro britânico Disraeli, “a vida é muito curta para ser pequena”. A ética é precisamente a nossa capacidade de recusar o apequenamento da vida – mais do que isso, de recusarmos o que talvez seja a pior doença de nosso tempo: o falecimento da esperança. O falecimento da esperança é tão grande que alguns de nós dizem, diariamente, a frase: “O que se pode fazer? Aqui é assim!”. Esse é um pensamento perigosíssimo. Nós vivemos numa sociedade que, muitas vezes, é atropelada pela idéia do que seja o “normal”. A violência é normal; a degradação é normal; a inadimplência é normal; a fratura ética é normal; a corrupção é normal. Cuidado! Trata-se de um procedimento perigoso, e precisamos saber lidar com isso.
Todos os dias milhões de pessoas se postam diante seus televisores, de noite, assistindo ao noticiário, e vêem a corrupção, a miséria, um incêndio numa favela, um tiroteio, a degradação do meio ambiente, e pensam: “Que horror! Alguém precisa fazer alguma coisa!”. Essa frase ecoa por todos os lugares. Expressa uma omissão, pois supõe que o que têm de ser feito deverá sê-lo por outras pessoas, não por nós. Isso é característico de uma sociedade narcísica: se eu estou com o problema da escola resolvido, assim como emprego,alimentação, saúde, alguém tem de fazer alguma coisa.
Muitas vezes a gente estabelece uma ética que pode ser, vez por outra, marcada pelo
cinismo. Por exemplo, quantas vezes dizemos: “Que horror, que nojo! Onde já se viu
desviar dinheiro público!”. Aí, você vai ao dentista e ele diz: “Com recibo ou sem recibo?”.Sem recibo. “Que horror, mensalão!”. Você compra produto pirata? “Só quando é conveniente”. Mas o produto não paga imposto! Você põe uma nota de R$ 20 na carteira de motorista para o caso de um policial te parar? Você pára o carro em fila dupla? “Ah, mas é só por um pouquinho!”. Na declaração de imposto de renda, você põe as fontes de todos os recibos? Não é interessante essa contradição?
Ética tem a ver com autenticidade e honestidade. É característica de uma pessoa íntegra, ue não tem duas caras – como aqueles que dizem uma coisa e fazem outra. “Que horror essas elites, esses políticos, onde já se viu?!”, exaltam-se muitos. Mas na casa de várias pessoas não se registra a carteira da empregada doméstica – porém, nenhum de nós gostaria de trabalhar sem registro. E todo mundo procura uma desculpa para justificar esses atos. Qual é a diferença, do ponto de vista ético, entre comprar um recibo e colocar um emenda no orçamento para receber dinheiro de ambulância? Do ponto de vista ético, é a mesma coisa. O ato de furtar independe se é um milhão ou cem reais. A primeira coisa que devemos fazer, se quisermos pensar em ética, é sairmos do terreno do cinismo, que todos nós, individualmente, vez por outra, praticamos.
Vocês se lembram do caso do índio pataxó Galdino Jesus dos Santos que, em 1997, morreu queimado por cinco jovens de classe média, em Brasília, dormindo na rua, quando fora àquela cidade com outros membros de sua tribo para reivindicar a demarcação de suas terras? Pois bem, três daqueles jovens estudavam em escolas religiosas, e dois eram filhos de juízes. Isso demonstra que a questão crucial, em nosso país, não é a oposição entre escola pública e escola particular, e sim entre escola boa e escola ruim. Trata-se de algo muito sério – não devemos cair na armadilha. Uma democracia exige que enfrentemos a questão verdadeira: a questão verdadeira é a oposição entre público e privado? Jamais. A questão principal é bom versus ruim. Aqueles jovens de Brasília, quando presos, disseram:
“Pedimos desculpas, não queríamos fazer isso, desejávamos apenas nos divertir um pouco”.E completaram , de forma ainda mais terrível: “Não sabíamos que se tratava de um índio,pensávamos que fosse um mendigo”. Onde eles aprenderam que mendigo não é gente? No dia-a-dia, no nosso trabalho, no livro didático, na família.
Num país como o nosso, “analfabeto” é xingamento. Quando as nossas empregadas anotam
um recado, escrevendo erradamente as palavras, e uma criança mostra para sua mãe, em
tom de zombaria, e ambas riem em deboche, estão tripudiando sobre a miséria. Temos 18
milhões de pessoas que não conseguem ler o lema da nossa bandeira. O estilhaçamento da ética não vem só das instâncias superiores, está presente no nosso dia-a-dia: quando se omite a fonte de receita, quando não se pede a nota fiscal, quando se aceita comprar produto pirata. Se falamos em ética, indivíduo e sociedade, então temos que saber o que isso significa. De volta ao caso do assassinato do índio Galdino, lembro-me que, à época, na coluna semanal do jornalista Roberto Pompeu de Toledo, na revista “Veja”, publicava-se apenas a pergunta: “Por que assassinaram o índio Galdino Jesus dos Santos? Porque pode”.Pode, mas não deve; pode, mas não precisa; pode, mas não será!
A armadilha da qual todos nós temos de escapar é supor que a temática da ética está no outro. Nós, brasileiros, a esse respeito, somos muito curiosos: numa conhecida pesquisa realizada pelo Ibope, perguntou-se se o brasileiro é racista, e 96% dos entrevistados responderam “sim”; a pergunta seguinte era “Você é racista?”, e 98% dizem “não”. Ou seja, uma impossibilidade estatística. Precisamos abandonar uma certa arrogância ao abordar o tema da ética, para que não pratiquemos a que os cristãos chamam de farisaísmo – prega-se,mas não se faz; fala-se, mas não se age.
Ética não é cosmética ou maquiagem – é algo real e concreto. Do contrário, é cinismo.
Portanto, trata-se de uma escolha, e nós somos livres para optar, confrontando-nos com dilemas. O que fará com que uma escolha seja honesta diante de um dilema ético é a integridade da pessoa. Ouve-se comumente a frase: “Todo homem tem seu preço”. Qual é o seu preço? Por que você não se vende – ou por que você se vende eticamente? Trata-se de uma questão de integridade.
A única coisa que garante a nossa capacidade de lidar com dilemas éticos, cuja resposta seja autêntica, é a nossa integridade. O que é o dilema? É a dificuldade de responder às três grandes questões da vida humana: “Quero?”, “Devo?”, “Posso?”. Há coisas que eu quero, mas não devo; há coisas que eu devo, mas não posso; há coisas que eu posso, mas não quero. A paz de espírito e a felicidade só existem quando se conciliam esses princípios. Caso contrário, sobrevêm o sofrimento e a perturbação pessoal.
O dilema é exatamente a dificuldade de responder àquelas indagações, combinando-as.
Nós que lidamos com jovens estamos diante de uma questão muito séria: parte deles vive o presente até o esgotamento. A escola pública e a escola particular têm como tarefa fazer com que esses jovens diminuam sua sofreguidão – o desespero e a ânsia de viver tudo no mesmo dia. Esse problema é tão premente, que algumas escolas já introduziram técnicas de meditação com o objetivo de permitir que os alunos diminuam o giro do motor de suas vidas no cotidiano. Talvez tenhamos criado uma geração que, do ponto de vista ético, transformou desejos em direitos. Estamos dizendo aos jovens algo perigoso, e eles começam a acreditar: a pior herança do mundo romano, a idéia de carpe diem (“aproveite o dia”). Não nos esqueçamos de que essa frase de Ovídio foi proferida antes da decadência do Império Romano, entretanto passou a valer, de fato, durante o seu declínio.
É a era do vale tudo – e a juventude acredita nisso. De onde tiraram essa idéia? Às vezes, de nós, educadores. Mostramos-lhes que não haverá futuro, meio ambiente, trabalho, segurança.Quando lhes dizemos que seu presente não existe, a música que ouvem não passa de barulho, a comida que comem é uma porcaria, que nossa infância foi melhor do que a deles, etc, reafirmamos a opinião de que eles não têm história. A eles, então, só resta viver o presente até o esgotamento.
O educador Paulo Freire dizia algo que não podemos deixar perecer: “É preciso ter
esperança, mas ter esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança
do verbo esperar. E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera”. As pessoas
esperam que tudo dê certo, tudo se resolva, tudo funcione – isso não é esperança, é espera.
A propósito do convite do SinepeRio para participar deste Congresso, lembrei-me de uma frase do monge beneditino François Rabelais, do século XVI, um grande nome da literatura francesa, que tem uma força impressionante e traduz o que muitos levam em conta na questão ética: “Conheço muitos, que não puderam, quando deviam, porque não quiseram, quando podiam”. Nós queremos, devemos e podemos. Temos de fazê-lo.
Concluo com uma frase de um homem que admiro imensamente, o alemão Albert Schweitzer (1875-1965). Como se sabe, ele foi um grande médico europeu, que ganhou o Prêmio Nobel da Paz nos anos 50, e, recém-formado em medicina, foi embora para a áfrica, onde ficou por meio século. Schweitzer certa feita afirmou: “A tragédia não é quando um homem morre; a tragédia é aquilo que morre dentro de um homem enquanto está vivo”. A esperança, a possibilidade de fazer de outro modo e a maneira de reinventar não podem morrer. A ética é a recusa ao desespero, é a proteção da integridade e a forma de impedir o apequenamento da vida. A ética é o combustível da esperança.

(postado por Etel)

"The Uniform Project"


Usar o mesmo vestido todos os dias durante 1 ano, sem repetir o look! Vamos combinar que é uma tarefa bem difícil, mas a indiana Sheena Matheiken mostrou que, com muita criatividade, é possível montar looks inspirantes e ainda, fazer uma boa ação social.
Com essa proposta, ela criou o “The Uniform Project”: durante 365 dias, usou um modelo único de vestido, na cor preta, modificando apenas os acessórios (próprios e doados por conhecidos e internautas). Postou diariamente no site, os looks compostos e durante esse período arrecadou verbas para ajudar a Akanksha Foundation, uma instituição voltada á educação de crianças carentes da Índia.
A peça (desenhada por sua amiga Eliza Starbuck) é bem versátil: pode ser usada aberta ou abotoada para frente ou para trás.
O desafio se concretizou em maio deste ano e desde o início, chamou a atenção da mídia global. O sucesso e os bons resultados fizeram com que Sheena desse continuidade ao projeto (com algumas modificações, porém com a mesma proposta).
A idéia é bastante original, de uma criatividade absurda e com um papel social de extrema importância. Estímulo também para pensarmos em temas como sustentabilidade e consumo consciente na moda. A prática da customização é um bom exercício para desenvolver a criatividade e reaproveitar aquelas peças “encostadas” no guarda-roupa, deixando-as ainda com um aspecto mais pessoal e exclusivo.
A moda, ainda considerada fenômeno extremamente fútil e sem importância, pode sim, ser utilizada de maneira inteligente, indo além dos conceitos estritamente ligados a estética.

Abaixo, alguns looks em estilos diferentes. Para conhecer mais o projeto e conferir os 365 looks é só acessar: www.theuniformproject.com

•O link “year 1” no canto superior a direita,no site, dá acesso ao projeto inicial do Uniform Project (que durou os 365 dias)e no canto esquerdo há um calendário onde você pode conferir por mês e dia os looks criados.






(Postado por Julie)

18 de agosto de 2010

Contemple o belo nos pequenos eventos da vida (Augusto Cury)



“Tenha sempre atividade fora da sua agenda pelo menos uma vez por semana. Valorize aquilo que o dinheiro não compra e não dá ibope.
Treine dez minutos por dia contemplar a anatomia das flores, gastar tempo vendo o brilho das estrelas, experimentar o prazer de penetrar no mundo das pessoas.
Não viva em função de grandes eventos, aprenda a extrair o prazer dos pequenos estímulos da rotina diária.”


Isso é bom demais. Muitas vezes me pego olhando o céu... onde moro é lindo e dá pra ver o céu. Algumas vezes nublado, outras com a lua linda!!! Mas sabe... percebo que só olho, não medito sobre ele!!! Às vezes me sinto na obrigação de olhá-lo... afinal está ali. Fico pensando... são tantos momentos bons e porque temos dificuldade em contemplá-los??? Será que esse mundo da “correria” nos cobra até isso... se sentir culpado por não contemplar?! Por não viver!!! Credo que coisa doida!
Mas vamos fazendo o exercício!!!

(Postado por Etel)

15 de agosto de 2010

"Quatro erros" (Roberto Shinyashiki)



A revista Isto É publicou uma excelente entrevista com Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.

Uma das perguntas desta entrevista e a respectiva resposta:

ISTO É – Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus, isso é verdade?

Shinyashiki - A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:
A primeira, é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não se casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo à praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais.
Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
"Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz".
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.
Ninguém, na hora da morte, diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.

Todos, na hora da morte.... “dizem se arrepender de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.”...
... “aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas”...


Pense: alguma coisa parece semelhante em sua vida?

(Postado por Julie)

11 de agosto de 2010

Canecas "fotográficas"

Aos apaixonados por fotografia como eu, essas canecas térmicas que imitam lentes de câmeras fotográficas são realmente perfeitas! Fabricantes como a Canon e Nikon, apostaram e acertaram ao colocarem no mercado réplicas de lentes fotográficas num formato útil e usual, com design atraente.Os valores variam entre US$ 19,50 e US$ 34,50 dólares. Ainda não achei representantes no Brasil mas quem se interessar pode acessar os links abaixo e garantir a sua.

CANON 24-105mm
Canon 24-105mm Lens Coffee Cup | 100milligrams

Nikon AF-S 24-70mm
Nikon AF-S 24-70mm Lens Thermos Coffee Cup | 100milligrams

EDIÇÃO LIMITADA DA CANON
Canon EF Lens Travel Coffee Cup (Limited Edition) | 100milligrams






"Celebrando o hoje"


"Escolher o dia. Apreciá-lo ao máximo. O dia como ele vem. As pessoas como elas vêm. O passado, eu acho, me ajudou a apreciar o presente, e eu não quero estragar nada disso por idealizar um futuro."
Audrey Hepburn


(Postado por Julie)

8 de agosto de 2010

Do tapa

O mestre zen se preparava para mais uma sessão de meditação com seus alunos, quando um deles chegou atrasado.
“Meu primo sofre e não posso me concentrar”, disse o aluno. “Não consigo entender porque ele recebe algo que não merece”.
O mestre aproximou-se e - num movimento súbito - deu-lhe um tapa no rosto.
“Você merecia este tapa?”, perguntou o mestre.
“Não”, respondeu o aluno, assustado.
“Então por que recebeu?”, continuou o mestre.
“Porque não reagi rápido”, disse o aluno.
"O SOFRIMENTO SERVE APENAS PARA NOS ENSINAR A REAGIR RÁPIDO",disse o mestre. “Quem não aprende, é dominado por ele”.
EM ALGUM LUGAR DO UNIVERSO, MILHARES DE ANJOS ESTÃO SE MOVENDO E CAMINHANDO PARA AJUDAR TODOS AQUELES QUE SEGUEM SEU CORAÇÃO...

Paulo Coelho

(Postado por Julie)

6 de agosto de 2010

"Confortavelmente bem"



"...e hoje encerro ciclos, levo na memória as pessoas realmente especiais e recebo de braços abertos as surpresas da vida"


(Postado por Julie)

4 de agosto de 2010

Entre regras e exceções...

O texto apresenta divergências quanto a autoria, mas seja quem for o autor,possui um olhar sábio, maduro e objetivo, sem se isentar da sensibilidade.Um estímulo para se pensar e buscar relações que se baseiam mais na "união" que na "fusão", afinal, ainda acredito que preservar a individualidade seja aspecto fundamental para uma relação favorável com o outro.Longe de ser uma postura egoísta ou auto-suficiente, cuidar de si próprio e estar bem consigo mesmo nada mais é que abrir portas verdadeiras na troca mútua de conhecimentos e experiências enriquecedoras pra vida. Entre regras e exceções, o maior desafio talvez seja conseguir enxergar o outro não como a razão única e incontestável da sua felicidade, mas como o complemento ideal da alegria da sua vida...


Ser adulto é difícil

Quase sempre namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim, como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro...
- Nossa, quanto tempo?
- Cinco anos...Mas não deu certo...acabou
- É não deu ...

Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam, acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar 100% de você pra você mesmo, como cobrar 100% do outro?
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ela é fiel, mas não é boa de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.

Tudo, nós não temos. Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia!
E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate, se joga! Se não bate, mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.

Não lute, não ligue, não dê piti.

Se a pessoa esta com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama!

Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você.
E vice-versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós, morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.

E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento, é tudo seu.

Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?

Gostar dói!
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte! Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra! Afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.

Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é pra namorar, mas também nem todo sexo bom é pra descartar...
Nem toda pessoa que te convida pra sair é pra casar.
Nem todo beijo é pra romancear.
Enfim ... Quem disse que ser adulto é fácil???

(Postado por Julie)

1 de agosto de 2010

Inimigo íntimo...

(livro: Alforria - Libertação do cativeiro da alma, por Robson Pinheiro)

Estou lendo alguns textos desse autor que me tem feito pensar um pouco sobre como entendemos nossos sentimentos...

“Temos de acreditar que é possível; que tudo está certo do jeito que é e que os desafios existem para que enfrentemos, e não para serem convertidos em rosários de lamentações e lágrimas de autopiedade. Dê às suas emoções nova feição, com vistas a decodificar os fatos da vida de modo menos trágico. Viva com naturalidade e aprenda a apreciar a beleza da tempestade e da chuva tanto quanto a beleza do sol, do dia claro e da brisa suave. Tudo tem seu lado belo e seu valor – cabe a você descobri-los...

Programe-se para a felicidade e o otimismo. Não superestime as sombras, as trevas e a escuridão. Aprenda a tirar proveito de tudo com tranqüilidade emocional de alguém que é parceiro da vida.”

Aproveitemos para curtir os momentos pequenos, insignificantes, fúteis ... mas felizes da vida!!!

(Postado por Etel)